Na
hora de decidir entre um e outro considere não apenas
o seu gosto pessoal. Avaliar o uso e a aplicação
pode ser determinante para uma escolha segura.
Mármores e granitos têm em comum a resistência,
a durabilidade e a fácil manutenção.
Contudo, com aspecto, preço e, principalmente, indicações
de uso específicas, essas rochas de diferentes origens
e composições devem ser escolhidas de forma
criteriosa.
Conhecer um pouco mais sobre suas características
significa evitar que sejam empregadas de maneira incorreta
e, conseqüentemente, acabem danificadas. Veja algumas
dicas e explicações que podem ajudá-lo
a definir a pedra mais adequada para cada situação.
Em ambientes sociais, tire partido dos veios de composição
calcária, os mármores são formados
por camadas sedimentares que, superpostas, resultam em veios.
Se, por um lado, têm forte apelo visual, por outro,
são menos resistentes que os granitos. Suscetíveis
à manchas e desgaste, são recomendados para
áreas internas, como salas, halls e demais ambientes
sociais.
Para cozinhas e áreas externas, prefira os granitos
mais duros e resistentes a ataques químicos, desgaste
e efeitos da poluição, sol e chuva, os granitos
são apropriados tanto para áreas internas
como para externas. De origem vulcânica e característicos
pontos pretos (originários de um de seus componentes,
chamado mica) não atraem tanto pelo seu aspecto,
mas pela sua resistência. Com exceção
dos cinzas e amarelos, todos são indicados para cozinhas
ou locais onde há contato com gorduras e produtos
abrasivos. Principalmente os marrons e vermelhos, considerados
os mais duros.
O tipo e a procedência influenciam no preço
os mármores mais conhecidos, além dos nacionais,
são os italianos, espanhóis, portugueses e
gregos. Embora o preço varie muito, os disponíveis
no mercado costumam ser mais caros que os granitos - isso
por que há mais opções de importados
do que de nacionais.
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